Como lidar com problemas financeiros complexos nas empresas? Entenda!

Problemas financeiros costumam ter um efeito perverso nas empresas. Eles atrapalham o tempo todo e obrigam que sejam feitas correções pontuais, como empréstimos e negociações com fornecedores, que podem não ter um resultado impactante.

Então, as pendências financeiras vão se acumulando, num efeito bola de neve. Um detalhe que pode parecer inofensivo e facilmente controlável acaba se tornando um grande problema, principalmente se houver outros pequenos incômodos para resolver.

É por isso que os problemas financeiros devem ser tratados como sintomas de uma doença maior. Quanto mais cedo eles forem resolvidos, menores serão as sequelas, os gastos para resolvê-los e os riscos. Vamos entender como? Confira!

Como resolver os problemas financeiros?

Resolver os problemas da área financeira depende de um processo contínuo de implantação de boas práticas, auditorias, diagnósticos e ferramentas metodológicas que permitam identificar os problemas prioritários e encontrar soluções específicas para cada um deles. Listaremos algumas dessas práticas agora.

Elabore um planejamento

Além do planejamento orçamentário, essencial para organizar o setor, é fundamental elaborar um plano que tenha a otimização como objetivo, ou seja, a própria iniciativa de melhora de eficiência da área financeira precisa ser elaborada e registrada, criando um plano estruturado de aprimoramento, que cubra desde a identificação dos gargalos até a avaliação dos resultados obtidos.

Use a tecnologia como aliada

Na atualidade, poucos recursos são tão impactantes quanto a tecnologia. Agora, a mesma integração que os sistemas ERP proporcionaram internamente no passado, pode envolver toda uma cadeia produtiva, se ela puder ser personalizada e for usada para estruturar estrategicamente o modelo de negócios. 

Além disso, mesmo quando a tecnologia não é aplicada com esse nível de maturidade, ela elimina erros frequentes em procedimentos manuais e automatiza processos inteiros, o que permite à equipe usar o tempo dedicado a procedimentos repetitivos em atividades mais estratégicas.

Invista com base em retorno

Uma boa gestão de custos traz ganhos significativos para o financeiro e para a empresa como um todo, mas o direcionamento das despesas também é importante. Como levantar o retorno obtido com cada investimento pode não ser fácil, especialmente quando existem pontos essenciais para essa análise a serem melhorados nos controles, é comum que ações e decisões sejam executadas e tomadas sem o critério devido.

Por exemplo, a empresa pode comprar um excelente sistema para atender às demandas operacionais por um custo razoável, mas talvez um sistema 20% mais caro ofereça a possibilidade de obter um retorno de produtividade duas vezes maior, mas isso só pode ser identificado com base em ROI (Return over Investment).

Inove

A inovação é, basicamente, um modo de resolver problemas, que não faz sentido se não for melhor do que a solução anteriormente aplicada. Isso não significa que o departamento precisa fazer uma revolução — nem que não possa fazer isso.

Pequenas mudanças, às vezes incrementais, podem fazer enorme diferença estratégica. Um caso clássico é o das empresas aéreas, que reestruturaram o sistema de vendas de passagens, oferecendo a compra em meio digital com uma nova solução de pagamento. Essa mudança ampliou o mercado e democratizou o acesso às viagens aéreas. Desde então o cenário mudou, mas a gestão da inovação deixou o seu legado ao segmento.

Integre processos financeiros

A grande vantagem de integrar processos já é conhecida no setor financeiro. Faz muito tempo que o cadastro de clientes e os pedidos gerados pelo setor de vendas são aproveitados para concluir o processo no financeiro. Isso é tão natural que parece que sempre foi assim, mas, antes dos sistemas ERP, cada setor tinha o seu próprio sistema, gerando retrabalho, baixa produtividade e um grande volume de erros. 

Contudo, atualmente, temos novas e significativas oportunidades de integração, que facilitam a automação e a eficácia. Com o uso de sistema de RPA (Robotic Process Automation), por exemplo, é possível integrar processos até mesmo com sistemas legados. Assim, identificar os procedimentos nos quais a integração faz mais falta pode proporcionar uma enorme diferença no desempenho do setor.

Quais as principais causas de problemas financeiros?

Além das causas mais elementares e amplamente discutidas, como descontrole de saques por parte dos sócios, comum em empresas familiares, e falta de controle do fluxo de caixa, algumas das causas mais comuns de perdas financeiras, mesmo em empresas que já adotam boas práticas aplicadas ao setor, decorrem de:

  • perda de dinheiro em transações financeiras: por escolhas erradas ou pela cobrança de reciprocidade dos bancos;
  • dependência dessas instituições;
  • atrasos, burocracia e alto custo nas transações financeiras;
  • muitos processos manuais no departamento financeiro;
  • processos engessados: dificuldade de personalizar serviços para atender às demandas de clientes;
  • dificuldade de agregar tecnologias e implantar inovações;
  • complexidade na gestão financeira;
  • limitações para fazer análises de retorno de investimento;
  • não responder às demandas estratégicas dos departamentos em tempo hábil;
  • baixa produtividade no setor: prejudicando, inclusive, a qualidade de vida dos profissionais envolvidos.

Como o “banking as a service” pode ajudar?

Antes de tudo, vamos esclarecer para você o conceito de “banking as a service”, o que fica mais fácil a partir da tradução do termo: “banco como serviço”. Ou seja, o modelo entrega todo o serviço necessário para que você possa oferecer e usar diferentes produtos bancários, assim como faz um banco, mas sem a necessidade de se dedicar aos trâmites burocráticos e operacionais, como tirar licenças diversas, atender a uma legislação complexa, desenvolver a tecnologia necessária e garantir a segurança exigida.

Na prática, qualquer empresa pode oferecer diversos serviços financeiros digitais aos seus clientes, mas sem precisar se tornar um banco. Desse modo, você pode oferecer serviços adicionais, diminuir seus custos de operar o financeiro e manter o foco no que importa: o cliente. 

O mercado

Não é segredo que esse é um mercado em expansão. Conforme Pesquisa FEBRABAN, 2,5 milhões de contas foram abertas pelo celular em 2017. Naquele ano, já tivemos um crescimento de 57% em relação ao anterior, o que se tornou um aumento relativo em 2020.

Por motivos óbvios, não devemos comemorar, mas o fato é que milhões de contas digitais foram abertas por conta da necessidade de nos isolarmos. Ainda que isso não fosse desejado, o resultado prático com o qual deveremos trabalhar daqui em diante é que o hábito das pessoas foi afetado, aumentando a demanda pelos serviços digitais.

Pelas condições trágicas que motivam a mudança de comportamento, não vamos usar o termo “oportunidade” para descrever a situação, mas sim “necessidade”. A digitalização é essencial para as pessoas e as empresas capazes de perceber e entregar isso com agilidade, produzirão um valor superior para a sociedade.

Os ganhos objetivos

De modo prático e à parte do momento presente, o” banking as a service” (BaaS) permite às empresas:

  • crescer sem aumentar a estrutura, inclusive o quadro de colaboradores;
  • serem remuneradas pelas transações financeiras: no lugar de pagar por isso;
  • oferecer diferentes formas de pagamento, personalizadas de acordo com o cliente;
  • operar um banco digital, incluindo máquina e cartão com sua logo;
  • criar seu próprio ecossistema financeiro, mantendo a liquidez;
  • vender e cobrar por WhatsApp.

Concluindo, o BaaS ajuda na solução dos problemas financeiros porque permite moldar estrategicamente os seus fluxos e meios de pagamento, automatizando muitos deles ao ponto de eliminar erros e custos, com impacto de 80% sobre o lucro, ou seja, quase dobrando a lucratividade atual.

Você pode se informar melhor sobre como obter esse ganho, basta entrar em contato. Use o WhatsApp!

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